O que travava
Corte de madeira, produção, venda e pagamento eram controlados separadamente, cada um com o seu registro. Para saber como o mês tinha ido, era preciso juntar tudo manualmente — e o resultado chegava tarde demais para mudar alguma coisa. A conciliação com o banco era feita linha a linha. O DRE, quando saía, saía dias depois do fechamento. Os sócios decidiam olhando o saldo da conta, que é o pior indicador possível.
O que foi feito
Construímos um sistema que amarra as quatro pontas: corte e produção, vendas, pagamentos e financeiro. Sobre ele, um painel que mostra produção, faturamento e posição financeira no mesmo lugar, atualizado. A conciliação bancária passou a ser automática, a emissão de nota fiscal foi integrada ao fluxo de venda e o DRE virou um relatório gerado sob demanda.
Resultado
DRE em um clique, a qualquer momento do mês, e não dias após o fechamento. A conciliação bancária deixou de ser trabalho manual. A emissão de nota entrou no mesmo fluxo da venda, o que eliminou a redigitação. Os sócios passaram a decidir com um painel de produção e faturamento na frente, em vez do saldo bancário.