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Exponensia Lab — início

Sobre

O critério veio dos erros, não dos acertos.

Sou Caio Pereira, administrador de formação. Comecei no mercado corporativo: passei pela Phelps Dodge/General Cable e pelo Banco Itaú, de onde saí para empreender. A parte que costuma ser omitida dessa história é a que mais importa aqui: eu errei bastante. Projetos que não deram certo, apostas que não se pagaram. Foi essa conta que me ensinou a desconfiar de solução vendida antes do diagnóstico.

Em 2020, na pandemia, migrei do offline para o digital. Montei uma operação de tráfego pago e lançamentos de infoproduto e, em 2024, fui coprodutor de uma criadora de nicho. Foi ali que construí a primeira automação séria da minha carreira, para sustentar a operação dela durante os lançamentos. O engajamento e os resultados daquele período me mostraram que o mecanismo servia a outras operações — não só àquela.

Em 2025 pivotei a operação inteira para automação e IA. E então veio a virada de verdade: em maio daquele ano fechei meu primeiro projeto de agente de atendimento, em uma empresa sem processo bem definido. A automação funcionou. O que ela fez foi acelerar os furos que já existiam — ficou tudo mais rápido, inclusive o erro. Daí nasceu o Diagnóstico de Prontidão para IA: antes de implantar, descobrir se a empresa está pronta.

Os projetos ficaram mais maduros. As análises, melhores. A partir do início de 2026, com ferramentas de desenvolvimento assistido por IA, passei a tirar do papel sistemas inteiros — e não só automações. Hoje são mais de quinze projetos entregues e três produtos próprios em produção.

Sou de Bandeira do Sul e atendo a partir de Poços de Caldas, remoto, para todo o Brasil. Quando o projeto justifica a visita, eu viajo.

Caio Pereira, fundador da Exponensia Lab

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